Todos nós, cidadãos de bem (menos alguns, como eu) temos que trabalhar para viver. Fato da vida.
Também sabemos que há emprego para todos, os salários são sempre suficientes para arcar com as despesas e sustentar uma família. A educação é uma beleza (aliás nem deveria ser de graça) e todos têm as mesmas oportunidades. Ninguém fica incapacitado de trabalhar, seja por doença, acidente ou idade avançada.
Ou seja, só é pobre quem quer. Todo pobre é vagabundo.
Se dermos dinheiro a essas pessoas, elas nem vão se importar em sair dessa situação. Vão ficar acomodadas. Seus filhos vão estudar de graça, com nosso dinheiro (ao invés de serem colocados para trabalhar também, o que forma caráter). Não podemos dar o peixe, é necessário ensinar a pescar. Claro, não sejamos hipócritas: nem eu, nem você, nem nenhum cidadão de bem contrataria alguém que não tem a menor qualificação, muito menos ofereceria capacitação gratuita. Mas como eu disse, o mundo é perfeito e se eles não buscaram capacitação é por que não quiseram.
A vida dessas pessoas "carentes" é mole demais. Tive uma empregada que acordava às 3:30 da manhã, andava duas horas até a estação de trem, e levava duas horas para chegar ao serviço. Trabalhava durante doze horas. Depois, voltava para o barraco que dividia com os 3 filhos. Todos os meses eu lhe pagava 250 reais, que obviamente é mais do que o necessário para pagar aluguel e sustentar 3 filhos. Você acredita que ela veio me pedir para não vir ao serviço porque o caçula estava com meningite e precisava ser levado ao médico? Que absurdo! Pobre não tem nada que ficar doente. Claro que coloquei essa vagabunda no olho da rua.
Agora esse povo quer salário-mínimo, INSS, férias remuneradas, licença-maternidade? Onde esse mundo vai parar? Veja o que a falta de Deus faz nas pessoas. Tornam-se materialistas, gananciosas, ingratas. Ela devia estar feliz porque eu lhe pagava um salário. Antigamente as pessoas eram escravas e achavam tudo isso muito bonito. Agora todos só querem "direitos", se esquecendo que seus direitos terminam onde começam os direitos dos outros. Cadê o MEU direito de explorar os menos favorecidos?
É no que dá colocar crianças remelentas na escola de graça, aprendendo ideologia marxista, ao invés de colocá-las para trabalhar desde cedo, para que não cresçam achando que a vida é fácil.
O mesmo vale para os totalmente excluídos: mendigos e indigentes. Eles estão na rua porque um belo dia acordaram e decidiram que queriam viver passando fome, sede e frio, sendo olhados com nojo pelo resto da sociedade. Muitos também se deram ao luxo de se tornarem doentes mentais. Ora, todos sabemos que a cura para problemas mentais é um tanque cheio de roupa para lavar.
Aqui refutamos o mito de que pobres necessitam de ajuda. Necessitam, isso sim, é de disciplina e arrependimento. Amém.


filho da p.u.t.a filho da p.u.t.a
ResponderExcluirfilho da p.u.t.a filho da p.u.t.a
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Parabéns pela excelente crítica ao modelo capitalista que introduz esse pensamento de que "querer é poder", como se as relações de desigualdade, exploração e poder permitissem que as pessoas pudessem escolher seu destino.
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